31 de outubro de 2010

tfg - 24/xx


quarta prancha 'urbana' do tfg 2. estou comprometido a chegar a 20, de forma que o xx muito provavelmente poderá ser substituído por um 40 ao fim do trabalho.

prédio sampaio moreira - filme 13 (VIII)


o motor do elevador. legal era quando o elevador começava a se mexer, dava um puta dum estalo, soltava um faiscão e ai começava a rodar.

28 de outubro de 2010

lu - filme 13 (V)


at francis bacon

tfg - 21/xx


agora, para ver os resultados de cada um dos desenhos, só na banca (risada maléfica) que eu ainda não marquei mas que acontecerá muito provavelmente no começo de dezembro. ainda assim, vou colocando os croquis para poderem ir vendo como a história caminha, hehehe.

na inspeção veicular


hoje acompanhei minha mãe na inspeção veicular do controlar, aquela coisa toda. na fila deu para fazer um breve croquis de uma variant azul que estava na fila do lado. ai apareceu uma ferrari para alvoroçar a molecada que faz os testes, haja barulho.

27 de outubro de 2010

juba - filme 13 (IV)


jubaba e seu mistério oriental

tfg - 20/xx


encerro aqui uma segunda 'etapa' deste tfg2; pronto, o cara saiu de casa, vai finalmente para a rua, vai pisar na cidade, uma cidade que é projetada (esboçada, vejam bem) por mim, uma idéia de cidade, aquilo que eu esperaria de uma cidade. uau, têm noção do que significa isso? pelo menos para mim, uma espectativa grande, a hora do 'vamos ver' já que inveitei de mostrar o que penso disso. e para deixar mais claro em que pé estou; com estes primeiros 20 desenhos explorei um pouco de uma faceta mais sensível, quase lúdica da arquitetura. acabamentos, detalhes, cores, pontos de vista, tempo; questões intrínsecas à arquitetura mais muito deficitárias na nossa formação como arquitetos, deixadas de lado em segundo plano. uma solução em planta, corte, elevação, revela uma coisa, bastante técnica, necessária, afinal, mas faltante com relação a este aspecto emotivo que tem o espaço e sua relação com o habitante que dele faz uso. qualidades tão importantes na percepção de um espaço quanto ele em si, porque é parte dele. a forma como é possível guardar a escova de dentes na pia pode definir o dia de uma pessoa, pois se faltar, for ruim, e ela escorregar e cair dentro da privada, do lixo, atrás do armário, enfim, se guardar a escova de dentes for uma novela todo santo dia, isso pode se tornar motivo de assassinato. tudo bem, parece exagero (é, na verdade), mas ignorar o efeito da soma de situações como esta na vida de uma pessoa em pró de uma 'planta livre', da 'lajezinha protendida', da 'escada escultural', da 'lavanderia coletiva', estas imposições à vida alheia (porque é isto que o arquiteto faz, molda o espaço para o outro) é algo muito ruim para alguém que pretende responder a anseios e necessidades de outrem. lembrando que estes desenhos juntam aquilo que PARA MIM seria uma boa casa, um bom apartamento, de proporções razoáveis, dentro de padrões aceitáveis (embora isso possa ser sempre questionado), ocupado de uma forma como eu faria, com cores, tons e acabamento que me agradam, enfim, dentro do meu gosto porque é a minha visão, não a verdade universal. tentei então mesclar elementos que pudessem agradar às múltiplas etapas da vida, como uma praticidade da rotina de um adulto e os delírios inexplicáveis de uma criança, o sossego e contemplação de um idoso, os espaços e cantinhos que pudessem abrigar coisas interessantes à imaginação e à vida ao invés de um rodapé hospitalar e uma cama de alvenaria. enfim, posso me estender nisso indefinidamente, mas queria só dar mais um respaldo a quem acompanha as coisas aqui no blog e pode estar se sentindo meio perdido, e fazer algumas considerações sobre o trabalho.


yuri - filme 13 (III)


homenagem ao amigo picareta, no melhor da foto-desmoralizadora, pela ocasião de seu aniversário (tentem acreditar que é um cara sério).

25 de outubro de 2010

tia tereza - filme 12 (XV)

tfg - 18/xx


tem sempre aquelas das quais a gente não gosta. eu gostei da composição desta, vendo pequenininha assim fica até interessante, mas este negócio de aquarela dá muito mais trabalho do que eu gostaria para começar a ficar melhor. o contraste só aparece depois do dobro de tempo que estou disposto a gastar por desenho, senão não termino o trabalho. vou mudar um pouco a abordagem nos próximos desenhos.


17 de outubro de 2010

márcia - filme 12 (VIII)

tfg - 15/xx



no primeiro quadro, e também no segundo, a mão direita foi desenhada com a esquerda. tá, parece arrogante, mas faço isso a algum tempo já, eu gosto, aquele papo todo de simetria do corpo e tal, enfim. mas o que me assutou foi o fato destes desenhos terem ficado melhores que os que fiz, na sequência, com a mão direita. por exemplo, a direita com a jarra está muito melhor que a esquerda com o copinho. resumindo, acho que estou com algum problema cognitivo sério no célebro ou era canhoto e minha mãe maldosa e dominadora me forçou a virar destro (not!).


e na busca pelo contraste, que parece ter fugido completamente de mim quando comecei com a aquarela, tentei dar uma carregada e ser um pouquinho mais gestual na pintura, para não deixar aquele ar muito pasteurizado que vinham tendo as últimas pranchas. agora, mão eu já consigo desenhar direito, falta tomar coragem e encarar uns rostos, fazer os corpos direito, pessoas, sempre o mais difícil.

16 de outubro de 2010

tfg - 14/xx


mmmm este não é dos meus preferidos. acho que estou na mesma 'crise' de quando comecei a desenhar o tamanduateí, está tudo limpinho demais, muito estéril, insosso. a estrutura está ai, o esqueletão, mas preciso sujar um pouco mais as coisas, dar marcas de vida, aquela prova de que existe e não é uma casa de revista, sabe. é fogo quando percebemos que tem umas coisas que achamos simples de escolher, dizer quais são as nossas preferidas, que nem pisos (em alguns casos), móveis, estão muito associados à nossa criação, são sensoriais, emocionais. mas pia de cozinha, caramba, nunca tinha pensado como seria uma pia de cozinha bacana para mim, apesar de ter algumas que prefira, nenhuma nunca me seduziu! sei lá, num devaneio um pouco exagerado eu talvez a fizesse de madeira, aliás, se pudesse, eu faria TUDO de madeira, porque é o material que eu mais gosto no mundo, madeira e piso cerâmico, aquelas lajotinhas rosadas, resolvem tudo. mas não dá. uma cozinha cuja pia não tem um musguinho nas juntas não é uma cozinha que se preze, não convence, aqueles saleiros meio engordurados e tal. pensando agora, talvez tenhamos alguma dificuldade (eu, né) em desenhar a cozinha porque não é o que damos mais atenção normalmente. eu, quando em posição de projetista, sempre tento dar à cozinha uma cara especial, pois é um dos lugares onde se passa mais tempo, e tem que funcionar muito bem. mas tudo tem brilho, superfícies polidas, isso é um inferno de desenhar, reflexos, limpeza! agora, por outro lado, acho que até que acertei razoavelmente na mulher do último quadro, quer dizer, parece bem uma mulher, podia ter dado MUITO errado, até por isso quis fazê-la. apesar de que, como diz a ângela rocha; 'parecendo gente, tá bom'.

vó - filme 12 (VII)


minha vó tem saído bem em todas as fotos!

14 de outubro de 2010

tfg - 13/xx



fazer a cara das pessoas é algo incrivelmente difícil. aliás, corpos são um negócio enjoado de fazer. outra, escolher como seria a mulher do cara é muito mais complicado que as crianças, que podem ser meio que de qualquer jeito; existe o risco de ser meio tendencioso na escolha, estou indo para uma coisa mais neutra. de resto, rapaz, eu preciso descobrir como dar mais contraste no desenho, a cozinha está meio clean demais, faltou coragem de escurecer mais as coisas. já desconfio que tem a ver também com as linhas de contorno, de fazer as transições mais 'afiadas'. enfim, vamos que vamos. agora, independente da execução, eu gostei é do pivete fantasiado na mesa, hahaha.

13 de outubro de 2010

pati e laura - filme 12 (VI)


no aniversário da laurinha. tentem imaginar esta parede o mais verde que conseguirem, depois lembrem que o cabelo da laura é vermelho-cobre. agora devem entender o quanto eu xinguei por não estar com um filme colorido na máquina.

moças da casa - filme 12 (V)