31 de março de 2011

veja o pôr do sol

Na lente dourada da Spotmatic, eu lembro quando comprei de presente para a Maíra e me parecera bonita uma câmera com uma lente que não fosse tão normal, o pôr do sol aparece ainda mais colorido.

30 de março de 2011

ano novo chinês

Este ano fomos às festas de comemoração do ano novo chinês, desta vez ano do coelho, lá no templo Zulai, em Cotia / Jandira.


29 de março de 2011

mairinha na paúba

Esta foto, e depois mais uma que coloco depois, ficou com a coloração e os grãos muito bonitos, é, resumindo, daquelas que dão certo.

28 de março de 2011

berebas

Hoje eu entrei na faca para tirar umas berebas que tinha que tirar já há uns tempos (pele 'boa' é foda), maaaaas, por outro lado, rendeu umas fotos divertidas dos meus 'corpos estranhos'. Vou logo avisando que o 'auto curves' do photoshop deu uma bela distorcida nas cores das verrugas, como podem ver comparando as fotos de cima com as de baixo, embora eu tenha achado demais o efeito dramático que ele acabou dando a elas, hehe.

peixinho

24 de março de 2011

fidalga x wisard

Demorei umas duas semanas para acabar este desenho, foi daqueles 'um pouquinho por dia'. O rascunhão, quer dizer, a anotação principal fiz de uma vez, depois fui completando o contorno, botando as texturas, numa outra vez desenhei os outro elementos, fui pintando em casa e pronto, terminei agora só.

o final do filme

Acho incrível como, às vezes, são intervenções externas - técnicas - que dão às fotos uma graça. É um pouco daquele acaso que estraga ou salva um trabalho, que nem a aguada de nanquim que escapa dos contornos ou mancha mais que o esperado, e é o caso desta foto em especial, que não era ruim, pelo contrário, estava saindo bonita até, mas por ser o final do filme e ter este queimado na lateral, ficou super verticalizada ao invés de ser horizontal, fora que as marcas do rolo do filme aparecem e estão espelhadas pois o filme redscale é exposto ao contrário, então é escaneado assim também. Enfim, uma boa surpresa.

23 de março de 2011

pomada ovomaltina®

Meu irmão Lucca voltou agora do monte Roraima e me trouxe este regalito bastante peculiar encontrado nos cantos mais remotos da Bolívia. Trata-se de uma pomada de Ovomaltine que desperta, porém, algumas questões quanto às suas possibilidades / intenções de uso:
A. É uma simples e inocente bisnaga com massa de chocolate numa forma divertida para crianças brincarem ou para confeiteiros fazerem sua arte em bolos.
B. É Ovomaltine em forma pastosa e concentrada para ocupar menos espaço que a lata habitual.
C. É uma pasta de dentes pra lá de especial.
Mas quando se lê o escrito menor, 'Alimento para untar', no canto à direita, abrem-se novas possibilidades:
D. É uma massa com grande oleosidade usada para untar formas de bolo no geral.
E. É uma massa com poderosa capacidade lubrificante para se 'untar a forma', numa interpretação um pouco menos tradicional, daí se explicaria a pessoinha pulando de pernas abertas na imagem.
F. É um lubrificante íntimo saborizado com o delicioso aroma do brand 'Ovomaltine', daqueles à la mocinha que passa creme de amendoim para o cachorro lamber.
G. Seria melhor se fosse de Nutella.

descida da caverna

22 de março de 2011

sossego

Este lugar tinha algum nome extremamente curioso, tipo 'poço das antas' que eu não consigo me lembrar de jeito nenhum. Lembro também que foi depois desta foto que o filme infravermelho acabou, o que era uma pena mais também um alívio, e de trocar o filme em cima do caminhão no meio de todo o ricochete. Pensei também quão absurdo eram os fotógrafos de guerra trocando os filmes deles e me senti bastante principiante.

21 de março de 2011

estudos para ilustração II

Mais um estudo que acabei não aproveitando para esta ilustração de um conto do Mario Vargas Llosa para a revista Bravo! que estou entregando agora à noite. A ilustração final já foi aprovada, quando a revista sair eu posto aqui, mas já vou avisando que foi muuuuito diferente destas que pus entre ontem e hoje. Esta eu até gostava durante o processo, mas encanei que eles não achassem colorida o suficiente, como era exigência do trabalho, então depois acabei tascando um azul ai em volta que não ficou nada bom, esta versão 'pré-azul' tem sua graça.

chandigahr?

Nesta cidade cujo nome (como sempre) esqueci, havia esta enorme e surreal catedral de concreto armado, projeto de um francês nos anos 60. É tão grande que há sempre procissões, como a deste dia, em que a cidade fica em polvorosa e é impossível chegar mais perto.

20 de março de 2011

estudos para ilustração

Fiz estes dois desenhinhos de estudo para uma ilustração que estou fazendo. Ilustrar contos é sempre um troço difícil, fico em dúvida até o final.

19 de março de 2011

auto-retrato

Ontem, durante o almoço com o pessoal do escritório, o Thiago, um figura português, começou a me desenhar num gaurdanapo, ainda no restaurante. Depois insistiu para que eu o desenhasse, o que foi muito engraçado pois o sujeito além de tudo não parava quieto. Enfim, fiquei com vontade de fazer uma série de auto-retratos que começa com este bizarrito aqui. Eu gosto da composição do primeiro plano, levemente descentralizada, mas a placa ao fundo ficou muito forte e acaba roubando um pouco a cena, era melhor antes deu tê-la desenhado. Ah, e meu narigão torto também ficou um pouco exagerado, enquanto a cabeleira pareceu menor.

oficina

O Ansel Adams falava que previa a foto, que sabia exatamente como ela ficaria antes mesmo de tê-la revelado. Não precisava de fotômetro também, sabia melhor que ele a exposição necessária, isso sempre impressionou alguns amigos que andavam com ele. Não querendo me comparar mas sim tendo na cabeça estas coisas, sabia que esta foto tinha tudo para ficar boa na hora em que olhei para este lugar; imaginei, a luz, composição, tudo certo. Não tive tempo de fotometrar nem focar precisamente, foi num milisegundo de cima de um caminhão chacoalhando nos buracos, disparei. Podia ter sido uma baita foto, eu gosto disso, hehehe.

17 de março de 2011

efke IR 820

Desde ontem, antes de ontem, na verdade, estava meio chateado porque um filme infravermelho (meu segundo, um Efke IR 820nm) que disparei ficou quase que inteiro MUITO subexposto, a ponto de parecer um enorme rolo transparente. Tinha algumas fotos razoáveis mas nenhuma com aquela exposição bacana resultado de um negativo bonito, vibrante. Longe disso. Estou escaneando ele agora e até que estas fotos ficaram curiosamente interessantes, mas o fato, e acabei de descobrir, é que este filme é especialmente complicado. Nesta excelente 'review' deste cara, acabei descobrindo o que precisava saber e quão despreparado eu estava ao usá-lo. Não posso me culpar completamente, porém, por causa do 'sucesso' que tivera com o outro filme IR que usei, um Rollei 400, ou seja, estava confiante e animado para tentar de novo. Só que o Efke é muito, mas muito mais lento que o Rollei, e para completar a 'cagada', fotometrei como iso 25 por uma recomendação (furada, claro) da BHphoto para fazê-lo, apesar de ter fotometrado o Rollei apenas com iso 6 da outra vez. Resumindo, depois de tudo isso, a conclusão que posso tirar é que só saíram as fotos que eu fotometrei errado, que eu teria hiperexposto!

reapresentação do tfg

Ontem à tarde, no dia do aniversário do Zene, fui à Fau (eu, Zene e Bianca) reapresentar o TFG para a turma dos tfgs 1 e 2. Sensação bem esquisita de estar lá sem ser como aluno, mas muito boa. Definitivamente gostaria de dar aula.

16 de março de 2011

buggyland

Me lembra uma daquelas cenas de Mario Kart, ou Top Gear, sei lá, mas coisa de video game mesmo.

15 de março de 2011

o desenho da cripta

A noite passado foi bastante ruim para mim, eu simplesmente não pude dormir por causa de uma crise de alergia causada pela umidade do porãozinho, acabei dormindo no sofá e passei o dia inteiro meio enjoadão, esquisito à beça. Mas antes disso tudo, fiz este croquisitos de uma parte do atelier do meu pai (a minha cama estaria mais à esquerda do desenho), e depois deitei para (tentar) dormir.

meu fim de mundo 22 - novo site do setedoses

Bom pessoal, finalmente entrou no ar a nova versão do site do Setedoses, do qual passo a fazer parte. Inicialmente, o site contava com 14 colaboradores divididos em 2 por dia, cada um fazendo um post por semana. A coisa agora duplicou e eu entrei no meio; são 28 colaboradores que se alternam quinzenalmente. Tem de tudo lá, vale dar uma olhada. O endereço do site é este e o direto pro meu post este aqui.

14 de março de 2011

laurinha

Saudades da minha irmãzinha longe longe lá do outro lado do mar, onde faz frio.

13 de março de 2011

blue thunder 15

Fazia tempo, muito tempo desde que tinha conseguido fazer um desenho 'por gosto' assim dizendo. Esta série 'Blue Thunder', que desenvolvo essencialmente nos finais de domingo para espantar meus fantasmas, é das minhas preferidas até por conta disso, de ir sendo feita aos pouquinhos, numa sequência incerta e não planejada. Esta prancha em especial não é das minhas preferidas; tenho desenhado pouco que não seja arquitetura, e é sensível o quanto vou ficando destreinado. Recusei sistematicamente desenhos da Folha, ainda que com dor no coração, porque estava no trabalho. Isso me chateia e faz muita falta desenhar mais livremente, vou tentar negociar no escritório fazer umas pausas e depois repor as horas, vamos ver, não quero que um escritório roube minha alma também.

lançamento pindura 2010 na HQMix

Encontrei esta foto por acaso agora à tarde. Ninguém tinha me mandado na época, no lançamento do Calendário Pindura de 2010, que foi lá na HQMix.

12 de março de 2011

no caminhão

Acho engraçado olhar esta foto e imaginar que nesta moldura atrás delas, ao invés da paisagem de fato, houvesse uma projeção, tipo uma telona de cinema ou um quadro.

11 de março de 2011

parcial de vista do escritório

Vou tentar fazer uns desenhos da vista lá do escritório. Hoje almocei mais rápido que o habitual então aproveitei para começar um desenhitos lá da varanda, mas ai o chefe voltou, foi passando do horário e acabei deixando para terminar outro dia. Quer dizer, o mais provável é que faça outro depois, o importante é que fiquei (na verdade já estava há um tempo) com vontade de desenhar as vistas.

caminho

Esta era uma foto que eu queria ter podido tirar com calma, parar, enquadrar, focar, etc. Mas, talvez, se eu tivesse escolhido demais a graça teria evaporado, gosto dela meio tortinha e tremida, bem assim 'tirada de cima do caminhão'.

10 de março de 2011

croquisitos

Um croquisinho de uns trabalhos ai, o final eu devo postar em breve.

trio-calafrio

A água não era exatamente fria, muito menos quente; estava em algum daqueles nomes que damos às temperaturas intermediárias. Não era também muito limpa, mas tem coisa que preferimos não ver muito, tinha era um laguinho que dava pé demais e esta pequena corredeira, que foi onde acabamos ficando. Peixes, não vi nenhum, insetos os tínhamos em alta conta, porque se tem uma coisa que atrai aranhas é uma bela cachoeira ou o maior dos moranguinhos-silvestres, mas isso já é outra história.

9 de março de 2011

carnaval

Fiz este desenho numa meia horinha sentado na melhor das escadinhas. Queria que o caderno tivesse o dobro da largura, senti muita falta dos meus papeizões horizontais do tfg, acho que vou continuar a carregar minha pranchetona por ai.

la playa

É engraçado como eu desencanei de tirar as fotos 'padrão recordação' de viagem. Eu tinha destas neuras de tirar umas fotos só para registrar como era o lugar, mesmo que a foto não ficasse tão bacana ou qualquer coisa. De uns tempos para cá venho 'lutando' contra esta necessidade e hoje já me sinto bastante livre para bater fotos só do que tenho vontade. Daí uma certa surpresa ao encontrar esta foto tão 'da praia' no meio das outras.

canyon

5 de março de 2011

jovem surfistinha

Estava conversando com meu pai estes dias, de quanto uma foto tirada com grande angular fica mais forte quando se tem alguma referência de escala, como o nosso jovenzinho ali.

4 de março de 2011

resto de barco

Uma coisa é curiosa do filme infravermelho, quer dizer, também é curiosa; o foco é diferente. As câmeras mais antigas, nem todas, possuem um pequeno R ou uma marquinha vermelha nos tracinhos que definem os campos de profundidade na borda da lente. Acontece que o comprimento de onda diferente faz com que o foco seja ligeiramente diferente do que vemos, de forma que temos que compensar depois de ter focado o objeto. Por causa das margens de foco que as aberturas costumam dar à foto, isso nem sempre é problema, mas o caso crítico acaba sendo o infinito, que foca diferente. Não dá para fazer o tradicional 'gira a lente até o fim' e tudo que está longe fica no foco, é preciso girar um pouco de volta até a marquinha mais próxima do R casar com ele. Demorei para conseguir esta informação precisa, que ainda preciso averiguar, antes eu só 'voltava um pouco atrás no foco'.

3 de março de 2011

peeeeezinho!

Depois de nadar no rio de Coca-Cola, meu pé ficou assim meio caramelizado. É que a água, apesar de meio sem-graçola, tinha destas de pintar as coisas. Estas últimas fotos que postei, em tons que variam principalmente do vermelho para o amarelo, laranjas e, em alguns casos, verdes ou azuladas, tiveram este efeito por conta desta brincadeira com o filme Redscale. O Redscale nada mais é que o filme invertido dentro do tubinho. Você pega, puxa ele inteiro para fora, corta, gira 180º e cola de novo no lugar, de forma que a parte brilhante que será exposta à luz no primeiro momento, ao contrário do 'correto' e habitual. Esta inversão inverte a ordem de incidência da luz no filme; as camadas mais sensíveis às cores geralmente estão na ordem verde, amarelo, vermelho, sendo esta última a mais sensível, de forma que é filtrada pelas outras duas até receber sua luz. Quando invertemos o filme, a camada vermelha é a primeira a receber a luz, filtrada pelo acetato do filme, daí a necessidade de reduzir um pouco o iso, uns 2 ou 3 pontos, de forma a compensar esta perda. O resultado é este tom avermelhado nas fotos, salvo quando há muita luz num objeto mais verde ou azulado, sensibilizando estas camadas também. A idéia é achar o ponto em que as fotos sem mantenham o mais 'puramente' vermelhas possível, escapando um pouco para o amarelo, no máximo, mas não é regra nenhuma.

nas dunas

Entre o tal do mangue que descobrimos e a praia existia ente pequeno campo de mini-dunas, algumas cheias de jundú outras mais expontâneas, nesta paisagem que, não fosse pelos coqueiros, poderia estar em qualquer escala. As fotos são parecidas porque, batendo a primeira, minha mãe (palpiteira como sempre, claro) falou, 'ué, mas você não vai tirar dali, ó, como está bonito patati-patatá?', fazendo aquele formatinho retangular com os dedos que simula uma moldura. Claro que ela disse que não queria carregar a máquina dela por isso ou aquilo e depois ficava 'ai, tira uma foto disso para mim, ai, olha aquilo, hmmm noossa!'... hahaha. No fim bati a tal da foto, abaixo.