28 de outubro de 2011

27 de outubro de 2011

a ressaca moral

 Presente infame de aniversário para o Japs, que no meu cumpleaños me mandou um incrível cartão. Agora as moças já estão morando com um japonês bonzinho, lá na Juréia.

25 de outubro de 2011

17 de outubro de 2011

farewell paruba (VI)

Daquelas coisas que só encontramos em casas de veraneio. Briquei com o meu irmão que estava lá comigo: 
- hahaha, e aposto que atrás da porta da cozinha (que era o lugar onde guardávamos este tipo de coisa) encontraremos um daqueles protetores solares de 2002! - Abri a porta e de fato (isso foi puro chute) tinha um daqueles com a validade justamente de 2002. Ai continuei na brincadeira, pegando este tubo de esparadrapo na mão:
- Este esparadrapo aqui, por exemplo, lembro dele há MUITO tempo, deve ser velho pra burro! - olhei atrás e não deu outra, validade OUTUBRO de 1994. Supondo que estas coisas durem de uns 3 a 5 anos, já que não tinha data de fabricação escrita, deve ter sido comprado na época que a minha irmã mais nova nasceu, em outubro de 90. Pura história, uma relíquia que vou guardar com o final de esparadrapo derretido dentro, certeza!




farewell paruba (V)

Sentadinho na escada, é quase a vista oposta do primeiro desenho.

13 de outubro de 2011

farewell paruba (III)

Na segunda-feira à noite fui para lá com a caminhonete, sozinho. Cheguei, senti aquele cheirinho único de quando se entra numa casa pela primeira vez, e dormi. No dia seguinte, levantei cedo, tomei café, corri, li, tomei cerveja e fiz dois desenhos da casa, queria ter feito vários mais mas o clima de chuva chorada não deixou eu sair muito de casa com o caderno, acabei ficando mais dentro mesmo.

9 de outubro de 2011

coisas que só o seu avô faz por você

Hoje fui ao sítio com a minha mãe e minha avó almoçar, chuvinha terrível. Aproveitei para espiar no armário perdido de debaixo da televisão, onde foram ficando todas as máquinas 'ultrapassadas'. De lá tirei boa parte dos utensílios das Leicas M3 e IIIf que meu avô não guardou em casa quando as aposentou. Flashes, cabos, slides e carretéis, projetores com e sem som, rolos de filme, etc. Mas as câmeras filmadoras só me interessaram há pouco tempo, foi depois de ver (sim, confesso) o controverso 'Super 8' do Spielberg, que adorei (mesmo com tudo o que se possa questionar). A câmera maior, segundo minha avó contou, é esta americana de 16mm e eles ganharam do pai dela quando se casaram. A menor, 8mm suíssa, meu avô já tinha. Como não entendo nada de filmadoras, posso estar errado em alguma coisa, mas me pareceu correta a aferição da minha avó. A tristeza só é que, de pequenos, mal-tratamos demais a super-8, brincamos com ela a valer, mas me surpreendeu ainda estar funcionando. Aliás, está ai um mérito do meu avô, tudo em ordem, caixas, embalagens, manuais de instruções, garantia da loja (!) etc, todo este tipo de coisa em encontrei no meio das caixas, fora equipamentos que com um paninho já ficam reluzentes. Vou ao centro qualquer dia destes procurar por filmes e por alguém que possa dar um tapinha nelas. Depois, filminhos super 8 por aqui, hehe.